9.30.2011

day 5 - from a high angle

da minha varanda.

pesadelos

aos 7 - o homem com cabeça de lobo anda atrás de nós para nos comer. literalmente.
aos 12 - aparecemos na escola e o nosso cabelo está muito despenteado. todos os olham e comentam.
aos 36 - o nosso ex namorado.

9.29.2011

queridos leitores

estive aqui a pensar e acho que tirar um curso de escrita criativa ia ser bom para todos.

day 4 - something green

a experimenta inaugurou ontem.

9.27.2011

day 2 - what i wore today

a sério

isto:
Sabes fazer bolos e estás farto de fazer layouts, e o que gostas mesmo de fazer é arranjar máquinas de cafés e tirar umas boas bicas, então responde com uma boa receita de bolo de café e pode ser que alguém leia o teu cv.
não é um anúncio criativo, é só estúpido.

funny

9.24.2011

today's mood


One Man's Style

God, I suck

a escrever "cartas de apresentação originais".

é possível escrever sem conhecer a pessoa que nos vai ler [e acertar?]

coisas que nunca disse porque no fundo sou uma pessoa civilizada*

- és perto do homem mais feio, sem pinta e sem conversa com quem já saí. pensas que quero casar contigo porque diriges [ou sub diriges] um jornal? pensa de novo. muitas vezes. depois arranja um espelho.

- continua a atirar-te ao meu ex, minha vaca, cem negas não foram suficientes para ti. tens noção da quantidade de vezes que ele já me disse que te acha feia?

- conheceres pessoas da política, da cultura e do activismo gay não faz de ti uma pessoa melhor nem mais interessante. serias se fosses menos name dropper e mais tolerante com as opiniões dos outros.

- para quê esconder que és gay? os gays estão tão na moda agora, serias mais feliz e mais trendy se te assumisses.

*mas pensei. muitas vezes.

9.22.2011

ufa

quem já teve aquele momento "caraças ainda bem que não publiquei este post" levante a mão. eu tive um mesmo hoje.

casa dos segredos

é à minha irmã, que tem o azar de ser uma das editoras da coisa, que pergunto novidades da casa e como são os personagens. então, entre risos porque um dos concorrentes tem um quim barreiros todo torto tatuado nas costas, confessa que tem pena daquelas pessoas porque são como ratos fechados numa casa, constantemente observados, sem acesso a relógios, telefones, internet, revistas ou jornais.
e livros? - pergunto.
a sério, livros, mas tu já viste mesmo aquelas pessoas, livros???? - responde-me.

[pois].

contemporizemos, pois

Delia: um dia reataremos (junto a que rio?) este diálogo incerto e perguntar-nos-emos se, numa cidade que se perdia numa planície, fomos Borges e Delia.

um mundo que criou Borges e um punhado de outras pessoas igualmente espectaculares, embora de forma diferente, não pode ser um mundo totalmente mau.

[carro arranjado, yeah].

9.21.2011

life sucks

apetece-me chorar porque mais uma vez o meu carro se avariou, logo na minha semana de ficar com as crianças e as levar à escola que é na outra ponta da cidade e continuo desempregada sem fazer ideia de como vou pagar o arranjo do carro que ainda para mais calha no mês de comprar os livros da escola. mas como sou brutalmente forte vou só ali fumar um cigarro e esperar que passe.

9.20.2011

OMG, é mesmo assim!*

*ler com voz de pita de 13 anos excitadex.

os marcadores somatossensoriais do Damásio funcionam. e mais não digo.

9.19.2011

tempos modernos

o facebook é a velha coscuvilheira da aldeia global.

emmys

red car[bocejo]pet.

oh!



john hummmmmm

9.18.2011

shiuuuuuu

pensava que o jersey shore era o programa da parolada. mas isso era porque nunca tinha visto a casa dos segredos. ME-DO.

2

e quando temos um amigo que não foi assim muito fixe connosco e entretanto descobrimos que ele anda atrás de uma com quem não tem a menor hipótese até porque sabemos que ela gosta de outro e até sai com um terceiro, ambos quinquilhões de quilómetros acima desse amigo tanto em estatuto como em aparência-maturidade-interesse?

1. contamos ao amigo porque apesar de tudo é nosso amigo.
2. ficamos a assistir de camarote enquanto ele se estatela de um 11º andar sem pára-quedas [fuck, yeah, another one bites the dust].

domingo

things to do:
- acordar
- comer
- ver televisão
- nada
- nada
- ler
- nada
- apagar todas as gravações da box como retaliação das que a minha mãe me apagou
- nada
- facebook
- net
- nada
- ler
- nada

 [chiça, o domingo é a puta do dia mais estúpido do mundo].

9.17.2011

resumo da festa de ontem

- sim, queremos estacionar, obrigada prof. marcelo.
- bar aberto e sem ninguém, yeah!
- sou a pessoa mais nova aqui sem contar com as crianças, sweet.
- bolas, o manel monteiro está velho.
- esta tipa, ok, tem a cara a cair mas tem a mala e os sapatos mais giros de todos. puta.
- dores nas costas, estou velha para isto.
- amigushhhh, <3.
- nojo, está aqui o unico tipo que quero que morra [aviso da t.].
- vou mandá-lo foder, chego ao pé dele e digo-lhe "vai-te foder".
- caraças, porque sou tão cobarde?
- o arquiteto parece anão desde que deixou o nosso aldeamento, há uma semana atrás.
- o discurso dá-me sono.
- e dores nas costas.
- quantos vodkas tónicos seriam necessários para me tirar as dores nas costas?
- mais do que os que bebi.
- estou velha, quero ir para casa dormir.
- bolo!
- detesto bolo, caraças.
- a fila para o bar aberto é mais que muita.
- fui atendida à frente dos outros, fuck yeah.
- aquela é a puta que me roubou o tipo de quem eu gostava aos 17 anos.
- que fio tão girooooo. ainda assim continua puta.
- dores nas costas, caraças.
- vamos embora como, ainda estou a beber!
- o marques mendes é anão.
- o miguel macedo do psd é giiiiiro.
- sabia que não devia ter comido bolo, estou enjoada.
- trouxe um copo e uma revista grande, sou tão boss!

9.16.2011

almost blonde

1. acabei de ler o erro de descartes e gostaria mesmo de ter entendido pelo menos 1/4 do livro, mas não.
2. vou relê-lo todo assim que acabar o coetzee que comecei hoje.
3. fiquei sem bateria no carro ao chegar da praia porque:
a) a bateria está nas lonas.
b) liguei as luzes ao entrar num tunel e não me lembrei de desligar depois porque estava muito sol e não vi que continuavam ligadas.
c) saí pelo lugar do pendura e o sinal sonoro só soa quando as luzes estão ligadas e se abre a porta do condutor.
4. quase acabei o coetzee enquanto esperava pela assistência em viagem, o que me aproxima da releitura do erro de descartes [nãããããããããããããão].
5. vou a uma festa de bar aberto [trá-lá-lá].
6. tenho tantos brancos que tenho de começar a considerar pintar o cabelo [de loiro?]
7. se fosse loira talvez parecesse mais nova [milagre!].
8. o meu novo guilty pleasure [sem contar com todos os programas das kardashian - isso é cultura] é esta página do facebook.

marketing guerrilla sucks

os tubes virais do samuel e do hélio não têm mesmo ponta por onde se lhe pegue.
estranhamente ainda não pegaram no samu para fazer uma campanha daquelas mesmo fixes que se usam agora, tipo futre. maçadinha.

9.15.2011

bring it on

sempre quis concorrer aos concursos da televisão de cultura geral [pelo dinheiro, obviamente] e não podia porque quando chegava às perguntas de futebol não sabia nada. desde que tenho uma mini pessoa a ler-me a bola e a dar-me resumos alargados dos jogos já posso. sweeeet.

[e ninguém vai saber porque, vá lá, eu não acredito que algum dos meus amigos assista a esses concursos].

Pah, a sério?

pessoas com mais de 10 anos de idade vão comprar este livro baseado em dicas como "tenta estar animado e vê o lado divertido da vida"?
don't think so.

buh

sim, estou de volta.

11.01.2010

adenda ao post anterior

por razões que não têm grande importância explicar, não vou colocar aqui o link do meu outro blog. mas se quiserem continuar a ler-me [não prometo maior eloquência, bem pelo contrário], mandem-me um mail para o mail aqui do blog.

10.24.2010

adeus





Começo a medo, com receio de tocar nas teclas do computador. Devagar constato que os meus dedos ainda não se esqueceram das posições das teclas, ainda percorrem o teclado à mesma velocidade de antes.
Hesito em começar, em criar este blog, mesmo sabendo que vou precisar dele daqui a uns tempos (dias? meses? horas?). Foram 45 dias de férias, um mês e meio sem vir a casa e sem lhe sentir a falta. Não quero passar a porta, recomeçar a vida depois da praia, dos amigos, das saídas. Não quero.
É por isso também que não quero começar a escrever aqui (e escrevo), porque isso é assumir que tudo voltou ao mesmo. Tenho o corpo e a cabeça ainda em férias. Sinto o cheiro do mar e o toque da areia. Ainda estou na cidade onde estão as pessoas de que gosto (as muitas que não estão aqui), ainda não voltei realmente para a cidade que me vai manter cativa por largos meses (A contar os dias como os prisioneiros dos filmes, com pauzinhos riscados na parede, um pauzinho por dia até perfazer 9 meses).


Há cerca de 4 anos escrevi este post. sei porque o fiz, porque comecei o blog, e se não é evidente para todos, passo a explicar: comecei-o quando entrei num divórcio, sozinha com dois filhos, numa cidade estranha para onde fui para que a carreira do meu então marido pudesse florescer.

A pessoa pensa, passa pelas coisas e nada depois será pior, aprenderemos com as nossas dores, seremos pessoas melhores, mais fortes e nunca mais nada nos derrubará. pensamos, só temos de aguentar agora, só um bocadinho, só até o fim do dia e ficará tudo bem. até que um dia é mesmo verdade, ficou tudo bem ainda que não igual, diferente mas até a essa diferença nos habituamos pois há poucas coisas às quais o espírito humano não se habitue, à solidão, ao medo, ao terror, à fome, às tareias, à prisão. é ler sobre a vida num campo de concentração e entender que mesmo no meio do frio, das dores, da fome, da falta de amor, de amizade, de respeito, ainda assim importava apenas e só sobreviver, viver, por isso, não me lixem, o espirito humano é mesmo assim, habitua-se.

Passaram agora 4 anos, o que me parece uma altura perfeita para acabar aqui e recomeçar noutro lado porque é disso que preciso, de recomeçar, que amanhã seja outro dia e pelo menos, que me traga diferentes palavras, dores, alegrias. que seja diferente e não exista mais tudo aquilo que aqui escrevi, que seja outra coisa, noutro lado. enfim, que eu possa ser outra pessoa que não esta clara [nem outra].

Obrigado por me lerem, por me comentarem, talvez por se terem identificado um pouco comigo durante todo este tempo.

10.21.2010

inside Mad Men



daqui


daqui

holding



daqui

game II

também confundem muito:
1. não ter jogo nenhum por falta de figuras quando têm mais trunfos do que outros naipes e no fundo têm o melhor jogo da mesa.
2. ter um grande jogo porque têm muitos trunfos sem contar que ao destrunfar cortam as vazas do parceiro e vão ao buraco assim de fininho.
3. não saber se têm jogo ou não e persistir só porque sim.
4. não saber se têm jogo ou não e desistir só porque sim.

game

coisas que as pessoas confundem muito:
1. ir a jogo ou mostrar todos as cartas que se tem na mão.
2. não ir a jogo ou nem sequer olhar para as cartas que foram deitadas na mesa.

eu sou pessoa, ergo...

10.20.2010

gone

é que não há um que fique. querem ir para o outro lado do mundo? tornem-se os meus melhores amigos.

not sure

não sei se preciso de Deus porque não sei se alguma vez o tive. mas sei que preciso de ti. e onde estás a menos do maior oceano do mundo?

ghost

livrei-me dos blogs no reader e do perfil no facebook e não ajudou. tomei banho e não ajudou. beijei o meu filho e não ajudou. não posso dizer o que finalmente ajudou porque isso não seria apropriado da minha parte.

and if

de repente tudo tudo seja o que for em que tenhamos acreditado deixe de fazer sentido. se tomar banho deixar de fazer sentido. se levantar da cama, escrever uma mensagem no telemóvel, escrever um post, falar com um amigo, ligar a televisão, atender o telefone, sentar na secretária, escolher uma roupa para vestir, decidir um caminho, pagar uma conta, beijar um filho, ligar-te, procurar uma casa, ler uma página de um livro, escrever um mail, tomar um comprimido. se de repente nem fazer sentido fizer sentido?

10.19.2010

what if

mas e se, de repente já tivermos investido tudo - o que tínhamos, o que não tínhamos - se declarámos bancarrota e temos ainda alguns credores à porta a perseguirem-nos cobrando dívidas que nem nos lembramos de ter contraído. e se a empresa não era só o sustento mas o trabalho de toda uma vida que vemos ruir, a acção saiu já de bolsa e há empregados na rua, se de repente o banco já nos hipotecou também os bens pessoais, cancelou as contas nem dinheiro temos para comer. se também, no meio de tudo isto, os amigos nos abandonaram, a família recusa conhecer-nos e quando pedimos esmola na rua as pessoas viram a cara às nossas chagas abertas. e se "não investir tanto para a próxima" já nem fizer sentido por nem fazer sentido estar aqui sentada na rua a pedir esmola a pessoas que viram a cara às chagas mais horrendas com medo de as ter para elas também, quando sei que virá o frio e não terei um tecto, deixarei de sentir os dedos, depois as mãos e as pernas até me afundar num sono lento. mas no sono mais profundo de todos.

10.18.2010

never

nunca disse isto e agora penso que ficarão na minha vida tantas coisas por dizer. mas é sempre assim não é? nunca dizemos.

the dog days

o que fica quando até a fé nos é arrancada? não fica nada.

O fim das ansiedades

Estou fortemente convencido que o ano de 2011 vai ser um ano bem mais zen para todos nós do que cada um dos dez últimos anos anteriores.
Não me refiro, obviamente, à mera conclusão empírica de que o despojamento reorienta os valores da vida.
Tenho antes em mente a erradicação completa, e cientificamente previsível, de dois tipos de ansiedade que corroem o nosso dia-a-dia, e que em inglês são denominadas cold feet e buyer’s remorse.
O cold feet e o buyer’s remorse vão ser tão exterminados como o foram os mosquitos vectores da malária dos arrozais de Alcácer, há umas décadas atrás.
O cold feet é aquela indecisão, medo e angústia que precede os grandes momentos. Nomeadamente, o momento daquela compra. Horas de comparações. Leituras de revistas da especialidade ou périplos intermináveis pelas lojas. E ainda voltamos sorrateiramente à montra, quando o empregado já não tem mais paciência, escondidos atrás de uma amiga. Tempo deitado ao lixo. Amigos, mulheres e maridos, namorados e namoradas massacrados com perguntas, convidados a participar na decisão, a aconselhar. A insónia. Qual destes? Ou aqueloutro?
O buyer’s remorse é angústia de se ter decidido, e se ser assaltado pela dúvida sobre o bem fundado da decisão. Mais horas de comparações mais outra e outra vez, para confirmar a escolha. Tempo deitado ao lixo. Releituras de revistas da especialidade. Outra vez, périplos intermináveis pelas lojas. Sai-se e volta-se a entrar. Pede-se desculpa. Humilhamo-nos. Em alguns casos, o nosso objectivo é a superior conquista da devolução do dinheiro gasto. Noutros, a simples troca. Às vezes já se aceita tudo. Uns pontos, um crédito em cartão, para alimentar novos cold feet, novas angústias.
O cold feet e o buyer’s remorse são as causas silenciosas e tantas vezes indetectadas de toda a violência urbana, de todos os desaguisados domésticos, de muitas relações destroçadas, de tantas depressões. Eram. A partir de 2011 acabam. Viva a felicidade.

10.15.2010

and more

sabem a vontade que tenho quando abro o greader e vejo nem sei quantas pastas todas com mais de 1000 posts por ler que não me apetece ler? apagar aquilo tudo e começar do zero. quantas vezes se pode começar do zero?

disclaimer

eu, sempre muito de fora no que concerne a estes assuntos das tricas dos blogs, tenho de proclamar que de nada sabia [juro] ao escrever o post abaixo.

continuo a saber muito pouco, é um facto, mas as minhas ambições aqui são tão esparsas que é fácil alcançá-las: quero é que não me macem.

public

há coisas pelas quais tenho comiseração, como os mineiros que passaram quase três meses enfiados debaixo da terra, as crianças já que nascem sem nunca poderem vir a sair de uma cadeira de rodas ou falar, pessoas que são abusadas, pessoas que nasceram em buracos como a Guiné-Bissau onde nunca vão poder ter esperança de um emprego decente ou mesmo um cuidado paliativo quando necessitarem. dessas coisas tenho pena porque não há defesa contra estes processos. são pessoas que se limitaram a, involuntariamente, ter um azar do caneco.
já não tenho a menor compaixão é para o gozo permanente das tiradas atrasadas mentais da lucifloribela, dos ataques anónimos a bloggers [coitadinhos, que sofrimento, atacados por um anónimo numa caixa de comentários], das pessoas famosas que não conseguem usar um bikini sem ter a celulite exposta em todas as capas de revistas, ou ir jantar fora e ter as fotos com comentários do género "come imenso e por isso está uma baleia".
temos pena ou seja, não temos. porque cada vez que fazemos alguma coisa temos uma opção: ou nos expomos, ou não nos expomos. e há ainda uma outra opção: se nos expusermos, queremos manter a exposição ou sabemos lidar com isso como se não nos estivessem a arrancar um pulmão? há opção e, havendo opção, não pode haver comiseração.

10.14.2010

lost

aqui há uns posts atrás, o Prezado deixou o seguinte comentário:
é por isto tudo que há tempos resumi a coisa dizendo que os bloggers são uma cambada de mal-fodidos.

resume numa frase aquilo que muitas pessoas pensam dos bloggers [sendo o Prezado um de nós - assumido] e categoriza-nos ali ao lado daqueles que vão a convenções da Star Wars vestidos de clone, entram nas Olimpíadas de Xadrez, óculos fundo de garrafa, meios gagos, com calças que não chegam a tapar as meias e coletes axadrezados tricotados pela mãe. não digo que para manter esta coisa não seja exigida uma espécie de dedicação nerd à net. mas. enquanto leio blogs não leio livros - erro. enquanto leio blogs não vejo televisão - não-erro. e sobretudo faço uma coisa que nunca faria se não tivesse blog: escrevo. não sou escritora, não quero ser escritora, sou blogger e com pouca dedicação à causa. leio pouquíssimos blogs [nunca posts com mais de 5 linhas] e sobretudo vejo [quando tenho tempo] blogs de design porque preciso, por necessidade absoluta profissional e de preservação da saúde mental. ter um blog nunca me foi impediu de sair para jantar, de levar os meus filhos a patinar, de namorar, de ouvir as minhas amigas a queixarem-se dos namorados. tenho outros impeditivos para isso, bem maiores. por isso [e embora me delicie um pouco a noção de ser blog-nerd]tenho de dizer que não concordo, um blog não serve só para mal fodidos. já repararam na quantidade deles que andam para aí a apregoar relações maravilhosas?

pessoas com extremo bom gosto